domingo, 5 de julho de 2020

Deus tem prazer na morte do homem.

DEUS TEM PRAZER NA MORTE DO HOMEM.
Jonas Dias de Souza[1]
Á primeira vista podemos ficar chocado com esta afirmação: Deus tem prazer na morte do homem. Poderíamos até formulá-la de outra maneira. Deus se compraz na morte do homem.
Neste mundo tão violento, em que mortes são registradas a todo instante. Todo segundo. Acidentes de trânsito, brigas de gangues e familiares, mortes banais e estúpidas... Deus estaria extremamente feliz. De acordo com nossas afirmações.
Deus está feliz com a morte.
Não precisamos entrar numa discussão teológica do que vem a ser a morte, e tampouco biológica. Saibamos apenas que é morte. Não é para ficar chocado? Podemos até num momento de pouca fé, nos questionar: Mas Deus é descrito como tão misericordioso na Bíblia Sagrada? Como ficaria feliz com a morte?Mas, se esquecem que ele é também justiça.
Para vocês digo. Deus deu seu filho para a morte. Está escrito na Bíblia. Deus deu seu filho unigênito. Para quê? Para que morresse.
Eis nas linhas acima o princípio da interpretação equivocada da Bíblia. Podemos pinçar passagens isoladas e moldá-las de acordo com nossas convicções. E isto acontece muitas vezes.
Ao lermos o
livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo escreveu João, vemos que: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”  (3:16)
Deus, portanto não se compraz com qualquer morte. Mudemos agora o foco do nosso pensamento. A morte entrou na vida por conseqüência do pecado. O que  entanto não significa nos tempos atuais que toda a morte seja conseqüência do pecado. Deus se compraz com a morte daquele que lhe aceita como Senhor e Salvador. Daquele que lhe aceita via Jesus Cristo.  “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Quem crê nele não é julgado; mas quem não crê, já está julgado; porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram más.
Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.
Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que seja manifesto que as suas obras são feitas em Deus.” (João 3:17-21)
Aprendemos com o Salmista Davi, que aquele que santifica-se no Senhor, alegra-o com a sua morte, pois irá para a sua presença. “Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos” (Salmo 116: 15)
O que para nós pode parecer uma tragédia é para Deus, a nossa promoção à sua Glória eterna. Disse o Apóstolo Paulo: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro.”
Deus não tem prazer na morte daquele que não aceitou a morte de seu filho como resgate pelos seus pecados. Deus tem prazer na morte daqueles que se tornaram seus filhos por adoção. Cristo nos salvou de uma vida de escravidão pela sua morte na cruz.
            No entanto existem ainda homens que insistem em não acreditar nele. Com a morte destes, Deus não se alegra.
“Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa de Israel?”  
A vontade de Deus é que os homens pecadores o aceitem como pai verdadeiro e crendo em seu filho se torne merecedor da Salvação eterna.
            A morte não é só biológica e física. Ela é também Espiritual e Eterna. Mas podemos vencê-la quando nos colocamos debaixo do sangue protetor de Cristo. Sangue remidor. Para quem aceita a Cristo, a morte, é o início da vida eterna, mesmo com suas implicações terrenas.





[1] Servo de Deus congregando na Assembléia de Deus missões na cidade de São João Del-Rei.

Sobre capas jogadas ao vento e seguir a Cristo: A Capa de Bartimeu como símbolo de renúncia.





Sobre capas jogadas ao vento e seguir a Cristo: A Capa de Bartimeu como símbolo de renúncia.
Jonas Dias de Souza
Muito se ouve falar sobre a importância da capa para a cultura hebraica. Entre os objetos furtados e que fez o povo de Deus pagar caro, havia uma capa. “Respondeu Acã a Josué: Verdadeiramente pequei contra o Senhor Deus de Israel, e eis o que fiz: quando vi entre os despojos uma boa capa babilônica, e duzentos siclos de prata, e uma cunha de ouro do peso de cinqüenta siclos, cobicei-os e tomei-os; eis que estão escondidos na terra, no meio da minha tenda, e a prata debaixo da capa.” (Josué 7: 21)
                O Profeta Elias, como demonstração de escolha de um sucessor fez uso da capa.“Partiu, pois, Elias dali e achou Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele, estando ele com a duodécima; chegando-se Elias a Eliseu, lançou a sua capa sobre ele.” (I Reis 19:19)
                Posteriormente o profeta Elias usou a sua capa para abrir o rio Jordão.“ Então Elias tomou a sua capa e, dobrando-a, feriu as águas, as quais se dividiram de uma à outra banda; e passaram ambos a pé enxuto.”  (II Reis 2:8)
               Elias foi arrebatado ao céu num carro de fogo com cavalos de fogo e num redemoinho. A capa ficou de herança para Eliseu. “tomou a capa de Elias, que dele caíra, voltou e parou à beira do Jordão.” (II Reis 2: 13)

       Jesus nos ensina que
devemos nos despir de nossa capa: “Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, não lhe negues também a túnica.” (Lucas 6: 29)
O apóstolo Paulo, entre outros objetos que havia deixado para traz em Trôade, pede também a capa: “Quando vieres traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, especialmente os pergaminhos.”  (II Timóteo 4: 13)
Percebe-se que possuir uma capa nos tempos bíblicos era algo extremamente útil, necessário e indispensável. Por vezes, a capa era o único bem que possuía uma pessoa. Quando falamos em capa, falamos no sinônimo manto. Manto nos remete para algo que protege e guarda.
Biblicamente encontramos também várias passagens em que o manto é descrito.
Davi cortou a ponta do manto de Saul: Então os homens de Davi lhe disseram: Eis aqui o dia do qual o Senhor te disse: Eis que entrego o teu inimigo nas tuas mãos; far-lhe-ás como parecer bem aos teus olhos. Então Davi se levantou, e de mansinho cortou a orla do manto de Saul. (I Samuel 24: 4)

Jó rasgou o seu manto quando ficou sabendo da tragédia que abatera sobre ele: “e eis que sobrevindo um grande vento de além do deserto, deu nos quatro cantos da casa, e ela caiu sobre os mancebos, de sorte que morreram; e só eu escapei para trazer-te a nova.
Então Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a sua cabeça e, lançando-se em terra, adorou;” (Jó 1: 19-20)

Os amigos de Jó vieram consolá-lo e também rasgaram seus mantos: “E, levantando de longe os olhos e não o reconhecendo, choraram em alta voz; e, rasgando cada um o seu manto, lançaram pó para o ar sobre as suas cabeças.” (Jó 2:12)

O mesmo Jó compara o manto à justiça: vestia-me da retidão, e ela se vestia de mim; como manto e diadema era a minha justiça”. (Jó 29:14)
O profeta Isaias descreve a visão do manto do Senhor quando morreu o réu Uzias: “No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo”. (Isaias 6:1) .
Descreve ainda: “vestiu-se de justiça, como de uma couraça, e pôs na cabeça o capacete da salvação; e por vestidura pôs sobre si vestes de vingança, e cobriu-se de zelo, como de um manto.”  (Isaias 59: 17)
O manto é sinônimo de justiça: “Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus, porque me vestiu de vestes de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como noivo que se adorna com uma grinalda, e como noiva que se enfeita com as suas jóias.” (Isaias 61:10)

Tocar na orla do manto com Fé permitia trazia a cura: “E eis que certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, chegou por detrás dele e tocou-lhe a orla do manto;” (Mateus 9:20)
Como vemos, um manto, uma capa, era naquela época a vestimenta mais importante que um homem podia possuir.  Permitia-lhes abrigar das intempéries e até servir como travesseiro.
Interessa-nos sobremaneira, a história da cura de Bartimeu:
“Depois chegaram a Jericó. E, ao sair ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, estava sentado junto do caminho um mendigo cego, Bartimeu filho de Timeu.
Este, quando ouviu que era Jesus, o nazareno, começou a clamar, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!
E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem compaixão de mim.
Parou, pois, Jesus e disse: Chamai-o. E chamaram o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama.
Nisto, lançando de si a sua capa, de um salto se levantou e foi ter com Jesus.
Perguntou-lhe o cego: Que queres que te faça? Respondeu-lhe o cego: Mestre, que eu veja.
Disse-lhe Jesus: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente recuperou a vista, e foi seguindo pelo caminho.” (Marcos 10: 45-52)

Bartimeu era um mendigo cego, filho de Timeu. Quando Jesus saiu de Jerusalém para Jericó, ocorreu um encontro que mudou para sempre a vida deste homem. Jesus caminhava para sua última Páscoa, em breve sofreria o martírio do calvário para consumar o nosso resgate. Bartimeu esta ali às margens do caminho, sentado e mendigando. Imaginemos um tempo onde não havia discursos de inclusão social (exceto os pregados por Jesus), e onde os meios de ganhar o pão pelo trabalho era essencialmente a força física. Imaginemos ainda, uma sociedade onde as necessidades especiais eram vistas como sinônimo de pecado e desgraça. Desgraça nos remete para aquilo que está fora da graça. Bartimeu muito provavelmente estava acostumado a ouvir as notícias pelo caminho. Com a passagem de Jesus não foi diferente. Mendigando se pão cotidiano, ele ouviu que o mestre estava passando por ali.
Ele começou então a clamar. Clamar é mais do que pedir. É pedir de forma insistente. É bradar.
Segundo Houaiss:

1             proferir em altas vozes; gritar, bradar, exclamar
2             protestar com veemência; reclamar, vociferar
3             suplicar, pedir instantemente; rogar, implorar, exorar
Ex.: <c. (por) misericórdia> <clamava a Deus que lhe minorasse o sofrimento>
 4            exigir com urgência; tirar por, reclamar

Bartimeu clamou por Misericórdia. Havia no clamor daquele cego, o que os mestres das sinagogas não haviam percebido. Bartimeu reconhece que Jesus pertencia à linhagem real de Davi. Ele clamava para que Jesus, “filho de Davi” tivesse misericórdia dele. Notamos com o estudo da Bíblia que Jesus, mais tarde encetou uma discussão com os Judeus religiosos sobre este tema.
Bartimeu clamou. E a primeira reação do povo foi mandar que ele se calasse. “E muitos o repreendiam para que se calasse”. Assim acontece até hoje. Quando buscamos um encontro verdadeiro com Cristo, muitos querem calar-nos com suas palavras de desânimo. Isto acontece em todas as Igrejas, independente de sua denominação. Bartimeu contudo, não desanimou. Ele clamava cada vez mais e mais. E assim como encontramos pessoas a anos desanimar, encontramos pessoas que nos incentivam. Com ensinamentos, com exortações, com palavras de conforto. “Tem bom ânimo; levanta-te, que ele te chama”. Estas são as pessoas que confiam no nosso trabalho.
O cego Bartimeu sai da beira do caminho. Ele, que estava às margens daquela sociedade, representado pela beirada (junto ao caminho), vai ao encontro de Jesus.
Em recente pregação, ouvimos do predicador a menção de que o povo certamente esperava que Bartimeu pedisse uma moeda ou um pedaço de pão. Mas ele pediu um milagre. Confiante no poder do Salvador, ele pediu para que lhe fosse dada a visão.
Onde está a renúncia?
Lembre-se que iniciamos falando de capas. Agora vamos imaginar uma pessoa cega, atirando ao vento aquilo que possui de mais precioso em termos materiais. Bartimeu lançou a sua capa. Ele não dobrou e nem pediu para que alguém a segurasse. “E ele lançando de si a sua capa foi ter com Jesus” . Jogou aquilo que lhe protegia. Pois não é difícil conjecturar, que ele enrolava-se na capa para proteger-se do frio; fazia-a de travesseiro; recolhia nela as moedas que lhe atiravam; enfim podemos conjecturar que havia uma simbiose entre o cego e seu bem. Mas para caminhar de encontro a Cristo, ele lançou fora a sua capa.
Mas há uma coisa implícita neste texto que precisamos ver. Além do milagre passageiro de cura da visão. Ele seguiu a Cristo. Bartimeu saiu das margens do caminho e seguiu a Cristo pelo caminho. Porque? Ele não poderia voltar e agora arrumar um trabalho já que foi inserido socialmente. Não! Ele preferiu buscar a Salvação. Este é o maior milagre deste relato. A visão terrena cessaria com a morte física deste homem. Contudo, Jesus abriu-lhe os olhos espirituais. Ele já reconhecia que Jesus era o Filho de Davi. Ao seguir Jesus pelo caminho, ele descobre e aceita que conforme nos ensina o evangelista João: “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6)
Bartimeu (fora do círculo dos apóstolos) situava-se entre os primeiros a proclamar que Jesus era Filho de Davi. Mesmo censurado pelas pessoas que o cercavam, mostrou-se convicto. Podemos conjecturar que ele conhecia as escrituras.
O Profeta Isaias disse em seus escritos acerca do Messias: “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;” (Isaias 61:1)
Bartimeu sabia que sua prisão na cegueira seria aberta. Que seu coração contrito acharia valor diante de Jesus. Observamos ainda que Jesus não lhe ordenou que não proclamasse a sua messianidade, como havia feito anteriormente. Por saber que o coração de Bartimeu exultava com a cura, mas, com a Salvação das trevas eternas exultava ainda mais.
Ao ser censurado pelos que estavam em volta não se incomodou. Foi o último milagre descrito no livro de Marcos e Bartimeu não perdeu a sua chance.  Ao atirar a sua capa fora e caminhar rumo a Cristo, ele despojou-se do homem velho e alcançou a luz eterna. Bartimeu lançou fora de si a sua capa e abrigou-se no manto de misericórdia que é Jesus.

Bibliografia:

Bruce, F. (2008). Comentário Biblico NVI: Antigo e Novo Testamento (1ª ed.). (F. Bruce, Ed., & V. Kroker, Trad.) São Paulo, SP, Brasil: Vida.
Gardner, P. (2005). Quem é quem na Bíblia Sagrada. São Paulo: Vida.

Um Estudo sobre o Salmo 51

Divulgador da Palavra, Cristianismo

UM ESTUDO SOBRE O SALMO 51.
Jonas Dias de Souza[1]
Quando estudamos o Salmo 51, tomamos conta do quão grande é a misericórdia de Deus. Mas para isto é preciso que demonstremos a vontade de revermos a nossa conduta e abandonarmos o pecado.
A casa de Davi caiu por causa dos pecados sexuais. Quando a Bíblia nos ensina a Orar e Vigiar é para não darmos abertura às ciladas que o Diabo coloca na nossa frente.  Desde pequenos ouvimos dizer que uma mente vazia é uma oficina para o inimigo. Mente vazia da palavra de Deus, aliada á falta de oração, serve para nos tornar fracos e, portanto suscetíveis às insinuações, e abre-nos para a possibilidade do pecado.
Ensina-nos a Bíblia no Livro de 2º Samuel 11.1, o seguinte: “Na primavera, época em que os reis saíam para a guerra, Davi enviou para a batalha Joabe com seus oficiais e todo o exército de Israel; e eles derrotaram os amonitas e cercaram Rabá. Mas Davi permaneceu em Jerusalém. (NVI) [2] (grifo nosso)
Naquele momento a função de Davi era a de liderar o seu exército, pois era a época em que os Reis saiam para a Guerra. No entanto Davi ficou em Jerusalém.  Continua a narrativa do livro de 2º Samuel, dizendo que Davi estava passeando pelo terraço, quando avistou uma mulher formosa. Davi não vigiou, pois desde os tempos de Moisés, foi lhe ensinado que cobiçar a mulher alheia era pecado. Embora a cultura daquela época permitisse ao homem possuir várias esposas, aquela não era sua. Não podemos colocar a culpa somente em Davi, pois Bate-seba, provavelmente teve sua parte na culpa, pois permitiu que o Pecado acontecesse.
Em acontecendo o pecado, o resultado vem... Isto é
inevitável... A conseqüência deste pecado foi uma gravidez indesejada que colocou a casa de Davi em ruínas.  Continuando, Davi, para encobrir uma falha, acabou cometendo outro pecado pior. Que é o pecado de mandar matar Urias, seu servo fiel e leal. Do pecado sexual, caímos no homicídio. E qual foi o castigo de Deus para isto? Foi a derrubada da casa de Davi. Profetizado pelo profeta Natã. Após mostrar a Davi, seu erro, através da parábola das Ovelhas. Natã mostrou a Davi o quão terrível foi seu erro, e que Deus não compartilharia com tal erro. “Agora, pois, a espada jamais se apartará da tua casa,” (2 Samuel 12.10 a). Temos a punição de Davi com a morte de seu filho com Bate-Seba e a queda de todos os seus filhos. 
Chegamos assim ao Salmo 51. Temos um homem que reconheceu seu pecado e caiu aos pés de Deus com um coração contristado a arrependido. Já no primeiro versículo deste Salmo, Davi implora pela misericórdia de Deus.
 “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões.” (Salmo 51.1) (NVI)  
O que significa Misericórdia? Ensina-nos o Dicionário da Bíblia de Almeida que:
“MISERICÓRDIA
1) Bondade (Js 2.14, RA).
2) Bondade, AMOR e GRAÇA de Deus para com o ser humano, manifestos no perdão, na proteção, no auxílio, no atendimento a súplicas (Êx 20.6; Nm 14.19, RA; Sl 4.1). Essa disposição de Deus se manifestou desde a criação e acompanhará o seu povo até o final dos tempos (Sl 136, RA; Lc 1.50).
3) Virtude pela qual o cristão é bondoso para com os necessitados (Mt 5.7; Tg 2.13).”
Para alcançarmos a misericórdia de Deus é preciso que a peçamos. Se não pedirmos ele não nos concederá. Quando reconhecemos os nossos pecados e tomamos ciência de nossos erros, e nos propomos a mudar a nossa trajetória de vida, Deus nos concede a Graça de seu perdão. Embora, as conseqüências do Pecado se manifestarão em nossas vidas. Na vida de Davi: A morte de seu filho; a ação de Amnom contra Tamar e a revolta de Absalão, entre outras conseqüências.
Este Salmo é um Porto Seguro, para nós, crente em Cristo Jesus, pois nos mostra que podemos voltar a ter uma convivência restaurada com Deus. O Deus de Abraão, Isaac e Jacó pode nos lavar de todas as nossas transgressões e nos purificar de nossos pecados tornando-nos mais alvos do que a neve. E foi isto que pediu o Salmista no versículo sete. Ele pede e reconhece a capacidade que Deus possui de não nos imputar as nossas transgressões após nos dar seu perdão.
 O que vem a ser pecado?
“PECADO
Falta de conformidade com a lei de Deus, em estado, disposição ou conduta. Para indicar isso, a Bíblia usa vários termos, tais como pecado (Sl 51.2; Rm 6.2), desobediência (Hb 2.2), transgressão (Sl 51.1; Hb 2.2), iniqüidade (Sl 51.2; Mt 7.23), mal, maldade, malignidade (Pv 17.11; Rm 1.29), perversidade (Pv 6.14; At 3.26, RA), rebelião, rebeldia (1Sm 15.23; Jr 14.7), engano (Sf 1.9; 2Ts 2.10), injustiça (Jr 22.13; Rm 1.18), erro, falta (Sl 19.12; Rm 1.27), impiedade (Pv 8.7; Rm 1.18), concupiscência (Is 57.5, RA; 1Jo 2.16), depravidade, depravação (Ez 16.27,43,58, RA). O pecado atinge toda a raça humana, a partir de Adão e Eva (Gn 3; Rm 5.12). O castigo do pecado é a morte física, espiritual e eterna (Rm 6.23). Da morte espiritual e eterna escapam aqueles que se chegam a Cristo, o Salvador (Rm 3.21—8.39). O pecado sem perdão é a incredulidade (Mt 12.31-32; v. BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO).”
Se nós não tivéssemos a possibilidade de contar com o Perdão de Deus, estaríamos fulminados já neste mundo e pior, no outro que é eterno. Mas quando Deus nos perdoa ele não mais nos cobre as nossas faltas. Embora o Diabo, insista em nos acusar. Aprendemos nas Sagradas Escrituras o seguinte: “Col 2:14 e anulou a conta da nossa dívida, com os seus regulamentos que nós éramos obrigados a obedecer. Ele acabou com essa conta, pregando-a na cruz.” (NTLH)
Com a morte de Cristo ele anulou os escritos que pesavam contra nós. Mas para que isto prevaleça nós temos que aceitá-lo como nosso legítimo e único salvador. Não podemos nos fiar em outra coisa que não seja o seu sacrifício e morte de Cruz. Não podemos invalidar o derramamento de Sangue que ele fez para nos salvar.
Irmãos em cristo. Quando nós pecamos e nos afastamos da presença de Deus, estas faltas tiram nossa alegria e coragem de estarmos na presença de Deus. O Salmista, estando ciente disto pede a Deus que lhe dê novamente a vontade e a alegria de comparecer na sua presença.   “Ó Deus, cria em mim um coração puro e dá-me uma vontade nova e firme! Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu santo Espírito. Dá-me novamente a alegria da tua salvação e conserva em mim o desejo de ser obediente.” (Salmos 51.10-12) (NTLH) [3]
Devemos aprender com o Rei Davi, mesmo que pequemos, compareçamos na presença de Deus e peçamos perdão pelos nossos pecados e voltemos alegres para a Igreja do Senhor Cantando, testemunhando e falando das Boas Novas do Evangelho. Não devemos aceitar as acusações que o Diabo faz contra nós, depois que nós recebemos o perdão de Deus. Não podemos perder a alegria de nossa salvação.
O que fazer? Comparecer na presença de Deus como fez o Salmista: “Ó Deus, o meu sacrifício é um espírito humilde; tu não rejeitarás um coração humilde e arrependido.” (Salmo 51.17)
Devemos buscar a Santificação através de uma vida equilibrada entre a Oração e a palavra. Devemos lembrar o que nos ensina a Bíblia em Isaias 44:22 “Já perdoei as suas maldades e os seus pecados; eles desapareceram como desaparece a cerração. Volte para mim, pois eu sou o seu Salvador.” (NTLH)
Façamos de nossa vida atual o momento para a agradarmos a Deus com as nossas ações de Homens e Mulheres salvos em Cristo. Levando as Boas Novas de Salvação aos perdidos. Sendo o Sal da Terra e a Luz do Mundo. Peçamos sempre a Deus para nos dar a alegria de tua salvação. E nós fazemos isto, não porque nós somos Justos e Perfeitos, mas porque conforme nos ensina as Santas Escrituras em Daniel 9:18 “Ouve, ó meu Deus, e atende a minha oração. Abre os olhos, vê a nossa desgraça e olha para a tua cidade. Fazemos os nossos pedidos por causa da tua grande compaixão e não porque sejamos bons e honestos.” (NTLH)
Vejamos o Salmo 51 em suas divisões:

 V1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias.
Davi implora por misericórdia.  A Misericórdia é um dos atributos de Deus para conosco. Ele implora pelo perdão do senhor. O pecado existe, embora ele não seja explícito pelo salmista.
V2 Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado.
Ele pede perdão, a natureza ilimitada do Senhor, permite a Davi chegar-se a ele.
V3 Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.
Temos uma confissão do Salmista. Ele conhece e sente-se perturbado pelo pecado que lhe atormenta a alma. Ele humilha-se, pois reconhece que o pecado está sempre diante dele. Devemos também confessar as nossas transgressões e assim pedir o perdão que nos permitirá aproximar-se de Deus.

V4 Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que a teus olhos é mal, para que sejas justificado quando falares e puro quando julgares.
A responsabilidade pelo pecado é pessoal. É odioso contra Deus. No caso De Davi ele cedeu ao pecado da carne e se afastou de Deus. Ele abandonou a sua harpa.
V5 Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.
V6 Eis que amas a verdade no íntimo, e no oculto me fazes conhecer a sabedoria.
V7 Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve.
Aqui temos a demonstração de confiança na obra redentora de Deus. Tanto na Expiação como na aplicação.
V8 Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste.
Quando estamos separados da face de Deus pelos nossos pecados ele se afasta. Esta é a dor maior. Quando estamos com deus estamos jubilosos. Jubilar é alegrar-se muito.
V9 Esconde a tua face dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades.
Ele pede a Deus que não o olhe com os olhos de Justiça, mas sim de Misericórdia. Que o perdoe de todas as transgressões.
V10 Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto.
O arrependimento pressupõe mudanças. Após abandonar o pecado, o homem tem que mudar as suas ações. Mas isto somente é feito com a ajuda de Deus e com a vinda de Cristo e após sua ascensão com a Santificação pelo Espírito Santo. Ele pede, “Cria”, esta é a forma de adquirir a benção. Ele reconhece a soberania do Senhor.
V11 Não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito Santo.
O salmista pede para que deus não deixe e nem o expulse de sua presença. Assim nós devemos pedir e agir para que Deus não nos deixe. Zelando pela nossa vida Cristã.
V12 Torna a dar-me a alegria da tua salvação e sustém-me com um espírito voluntário.
V13 Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores a ti se converterão.
O Salmista ora por três bênçãos: a renovação da alegria, a sustentação e a utilidade para servir a Deus. Não podemos ensinar o caminho do Senhor para outras pessoas, enquanto nós mesmos não mudarmos. Quanto mais felicidade encontrarmos no caminho do Senhor, com mais fidelidade e sinceridade poderemos divulgar suas Boas-Novas. Quando nos tornamos fiéis e sinceros, os outros são influenciados por nós. O salmista estava determinado a ser um professor. Não há melhor professor do que aquele que experimentou. Ele não está só na teoria, mas tem a prática. No caso do salmista a dor vivenciada pela separação de Deus por causa do pecado.
V14 Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua louvará altamente a tua justiça.
V15 Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor.
Quando Deus realiza sua obra em nós, a nossa boca se abre. Se não for por ele, é preferível ficarmos calados. O salmista pede para que Deus não lhe dê somente o entendimento, mas que abra os lábios. Nos dias de hoje temos que orar pedindo a Deus que nos capacite a pregar o Evangelho. Mas, que faça segundo a sua vontade.
V16 Porque te não comprazes em sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos.
“Misericórdia quero e não sacrifícios”.
V17 Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.
Se existe uma oferta que Deus não despreza, é o coração contristo e quebrantado. Arrependido pelos males que causou com seu pecado e aflito para reconciliar-se com Deus. Esta deve ser a nossa oferta.
V18 Abençoa a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém.
Oremos para que Deus nos ajude a erguermos os muros de nossas vidas através de sua doutrina e zelo pela suas palavras. Nós devemos buscar o bem da Igreja através de nossas orações.
V19 Então, te agradarás de sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; então, se oferecerão novilhos sobre o teu altar.
Somos aceitos por Deus, as nossas ofertas também são. Então devemos oferecer o melhor. As nossas ofertas mais gordurosas, mais ricas: Nosso tempo, nosso talento. Não devemos esconder os talentos. A igreja precisa deles. E nós não podemos nos apresentar a Deus com as mãos vazias. A sã doutrina. Devemos zelar pelas ordenanças divinas a apresentar sobre o Altar as nossas ofertas.
Que o Espírito Santo fale aos nossos corações pela Misericórdia de Deus.



[1] Servo de Deus. Congrega na Assembleia de Deus Missões na cidade de São João del-Rei. Graduado em Filosofia pela UFSJ. Estudante de Teologia da EETAD.
[2] Nova Versão Internacional.
[3] Nova Tradução na Linguagem de Hoje.

Nós Crentes falamos aleluia.

Nós Crentes Falamos aleluia.
(Irmão Jonas Dias de Souza)
Então os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus que está assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia!”  Ap 19:4  
É edificante ouvirmos os irmãos louvar a Deus dando Glórias e aleluias.
Mas enquanto Cristãos sabemos o significado desta palavra?
O Dicionário Eletrônico Houaiss registra o seguinte sentido Etimológico para Aleluia: “heb. indeclinável hallelú-yáh 'louvai com júbilo o Senhor' (= Deus, heb. Adonai = Senhor, subentendido Iave, o chamado tetragrama inefável, as quatro letras sagradas que, por isso, não podiam ser ditas); pelo lat. alleluìa ou halleluiah”.
Aleluia é
uma Exclamação de Alegria e Júbilo. Por isto quando durante as fases de nossas vidas  nos regozijamos com a presença de Deus, seja nas palavras das Sagradas Escrituras, nos Cânticos ou nas Orações, exclamamos Aleluia.
Por seu turno o Dicionário da Bíblia de Almeida registra que:  ALELUIA Expressão de louvor a Deus. Em hebraico, haleluyah quer dizer “louvai” (halelu) “ao SENHOR” (Yah). Encontra-se no início e/ou final de vários salmos, chamados de “salmos de aleluia” (104-106; 111-117 menos 114; 135; 146-150). Aparece também no NT (Ap 19.1-6).”
Percebemos que louvar a Deus com Aleluia deve ser com Júbilo. Com Alegria, e principalmente com Gratidão. Aleluia é ainda um “Cântico de Alegria”. E ainda significa o Sábado da Ressurreição. Como crente nós Sabemos que a ressurreição Gloriosa de Cristo Jesus, é o que proporciona o Socorro para as Nossas Almas. A aleluia é a demonstração da Alegria extrema, do regozijo. Mas, ao contrário do que pensam muitos, devemos também nas provas e nas aflições da vida, dar Glórias e aleluias a Deus. Por que isto nos fortalece sobremaneira para vencermos. Grosso modo, é uma ingestão de Vitaminas.
Aleluias ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
Mas deve ser um Glória Aleluias que sai direto do coração. Se sair só da boca, para que sejamos notados na igreja, ela não tem valor. Aleluia liga-se dr forma íntima ao vocábulo "alegria". Existiria aí um paradoxo? Ao falarmos que o crente deve dar aleluias na tristeza e nas aflições?
A resposta é não! Não existe paradoxo algum.
Segundo Locke, "a alegria é um prazer que a alma ressente quando considera como certa a posse de um bem presente ou futuro; e entramos na posse de um bem quando ele está de tal forma em nosso poder que o podemos gozar sempre que queiramos”[1]
Ora a alegria indescritível da Salvação é tão inerente para o Crente em Cristo Jesus, que mesmo nas aflições ele fala aleluias. Pois não há nada que o separará do Amor de Deus.
O Crente se alegra em meios às aflições da vida graças ao dom gratuito de Deus que é a vida eterna. Ou seja, ele tem certeza de que é um passageiro neste mundo rumo a uma pátria melhor.



[1] Lalande, André. Vocabulário Técnico e Crítico da Filosofia. Martins Fontes, SP, 1999, p40

As Provas de Moisés.

As provas pelas quais passou Moisés, aplicadas aos pastores da atualidade.
Jonas Dias de Souza
            Moisés, filho de Anrão e Joquebede. Por parte de pai, pertencente à tribo de Levi. Nasceu durante os tempos de escravidão no Egito. Passa por um livramento já na sua tenra infância ao ser liberto da morte no rio Nilo, por providência Divina.
            Sua história, bastante conhecida do povo crente em Cristo Jesus, o coloca numa posição e revelação que prefigura a posição singular de Jesus, O Cristo.
            Muitas vezes incompreendido e poucas vezes estudado. Há inclusive quem defenda o estudo sistemático apenas do Novo Testamento em detrimento do Antigo, o que discordamos particularmente.
            O apóstolo Paulo, ao escrever para a Igreja em Roma, confirma a Graça de Deus na aliança Mosaica. “São Israelitas. Pertence-lhes a adoção e também a Glória, as alianças, a legislação, o culto e as promessas; deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o que é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!” (Romanos 9: 4-5)
            Esta Glória a que se refere Paulo, o apóstolo, é a presença de Deus no templo e também no tabernáculo, o que se conhece também por Shekiná. Quando Paulo escreve esta carta seu coração está alquebrado, triste, dolorido, dilacerado, posto que a maior parte dos seus patrícios não vislumbrava a participação na Glória de Deus. A expressão solene da tristeza coloca-o apto a tornar-se anátema (ou amaldiçoado) se isto salvasse o povo amado.
            O que temos nesta passagem em Romanos é
uma demonstração do quanto Paulo aprendeu com Jesus Cristo e – conjecturamos- com Moisés. O Pastor da atualidade, o líder sincero e verdadeiro não está imune a esta tristeza e sofre provas.
            Moisés passou provas, muito antes de Paulo. Mas com  uma esperança escatológica ao anunciar o ministério de outro profeta.
            Quando estudamos o livro de êxodo (entre os capítulos 15:22 e 18:27) é possível aprendermos sobre as provas pelas quais passou Moisés.
Prova 1: A desilusão em Mara.
Prova 2: A fome e o Maná.
Prova 3: A sede e a Rocha de Horebe.
Prova 4: A guerra com Amaleque.
            Enquanto líderes e Pastores o povo de Deus pode aprender o seguinte:
Prova I
A)     Muitas vezes as experiências amargas nascem após experimentarmos grandes vitórias. O povo Israelita havia atravessado com êxito o mar vermelho.
B)     Há épocas de provações, mas o crente em Cristo confia nas épocas de refrigério.
C)     Todas as provas possuem uma única solução que é acessível a todos: Jesus Cristo.
D)     As provas nos revelam sempre um traço do caráter de Deus.
Prova II
Com esta prova podemos aprender:
A)     A prova é um meio didático e pedagógico de Deus para o povo.
B)     A nossa parte na ação é exclusividade nossa. Intransferível.
C)     Deus nos prepara para recebermos o que tem para nós.
D)     O caminho de Deus é mostrado através de símbolos.
Cada líder evangélico deve aproveitar os ensinamentos com a direção de Deus. E após aplicá-las nas áreas que tiver maior necessidade.
Prova III
A)     A nossa reação às provas devem se basear na confiança em Deus.
B)     As nossas murmurações não devem sofrer influências ou aumentar devido a desconfortos e perigos.  A bem da verdade, o Crente não deve ficar murmurando em momento algum.
C)     Não devemos perder de vista os livramentos passados, os quais Deus nos proporcionou.
Prova IV
A)     Temos que dividir tarefas.
B)     Deus não quer que uma pessoa faça tudo sozinha.
C)     Embora o Senhor seja o Comandante e Libertador, é preciso que façamos a nossa parte.
O deserto pelo qual o povo Israelita foi conduzido transformou-se numa propedêutica. O povo foi adestrado e preparado com a finalidade de conquistar a terra prometida. O deserto lançou no coração daquele povo, uma luz que revelou o que fato havia lá dentro. Ainda hoje, podemos ser conduzidos ao deserto por Deus fim sermos testados.
Há estudiosos que comparam o deserto a uma praça de esporte espiritual. Quando passamos por provas permitidas por Deus, as amargas experiências tornam-se doces aprendizados. Durante as provas descobrimos que o Senhor Sara (Jeová Rafá), descobrimos que o Senhor é a Nossa Bandeira.
Se as provas ensinam para a liderança. Para nós, os servos, ensinam como devemos permanecer em constante oração pelos pastores.
A Moisés cabia ser, na batalha, o dirigente espiritual. A vara era a autoridade de Deus, mas, as mãos levantadas a intercessão. Lembremos que, mesmo combatendo contra as hostes espirituais, lutamos sob a bandeira do Senhor e a força de seu poder.

Palavras de Ouro I

Melhor é para mim a lei da tua boca do que inúmeras riquezas em ouro ou prata. (Salmo 119:72)

No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens. (João 1: 1-4)

Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. (João 8:12)


Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao pai senão por mim. (João 14:6)

Se alguém tem sede, que venha a mim e beba.

Quem crê em mim, como diz a escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. (João 7: 37,38)

Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. (Mateus 11: 28,30)

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. (Romanos 6:23)

Ó Deus tem misericórdia de mim, pecador! (Lucas 18:13)

Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. (João 5:24)

Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16)

Mas ele foi ferido pelas nossas trangressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a Paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isias 53:5)

Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta entrarei em sua casa. (Apocalipse 3:20)

Para que Cristo habite, pela Fé, no vosso coração. (Efésios 3:17)